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Vela

 

Como é disputada

 

A vela adaptada segue as regras da Federação Internacional de Iatismo (ISAF) com algumas adaptações feitas pela Federação Internacional de Iatismo para Deficientes (IFDS). Três tipos de barco são utilizados nas competições paralímpicas: classe 2.4mR, tripulado por um único atleta; classe Sonar, com três velejadores; e o SKUD-18, para dois tripulantes paraplégicos, sendo obrigatoriamente um deles do sexo feminino.

As regatas são disputadas em percursos sinalizados com boias para que o atleta mostre todo seu conhecimento de velejador. Barcos com juízes credenciados pela ISAF fiscalizam o percurso, podendo o atleta ser penalizado caso infrinja alguma regra. Uma competição é composta por várias regatas, e o vencedor será aquele que tiver melhor resultado, após a somatória de todas as regatas.

 

A vela adaptada não fará parte dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, em 2020.

 

Quem pode praticar?

 

Deficientes visuais, amputados, paralisados cerebrais, lesados medulares, entre outras deficiências físicas.

 

A modalidade no Brasil

 

A vela é gerida nacionalmente pela Confederação Brasileira de Vela Adaptada. Mais informações na página do Facebook da Confederação.

 

A Vela Brasileira nos Jogos Paralímpicos

 

O Brasil nunca conquistou uma medalha nesta modalidade.

Regulamento (não-oficial, em inglês) - clique aqui

 

 

Descrição da Modalidade

Gasto Calórico

Impacto

Contato entre Competidores