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Tiro Esportivo

 

Como é disputado

 

As regras das competições têm apenas algumas adaptações. Pessoas amputadas, paraplégicas, tetraplégicas e com outras deficiências locomotoras podem competir nas classes SH1 (deficiência baixa, sem necessidade de apoiar a arma) e SH2 (deficiência mais aguda, com necessidade de apoio para a arma). 

 

O alvo é dividido em dez circunferências que valem de um a dez pontos. Em finais paralímpicas, os dois círculos menores (9 e 10 pontos) ainda têm pontuação decimal. Neste caso, é possível fazer, com apenas um tiro, a pontuação equivalente a 10,9 pontos.

 

Rifles e pistolas de ar, com cartuchos de 4.5mm, são utilizados nas provas de 10 metros de distância. Já nos 25 metros, uma pistola de perfuração é utilizada com projéteis de 5.6mm. Rifles de perfuração e pistolas são as armas das provas de 50m, também com as balas de 5.6mm de diâmetro.

 

Quem pode praticar?

 

Amputados, paralisados cerebrais, lesados medulares, entre outras deficiências físicas.

 

A modalidade no Brasil

 

O tiro esportivo é gerido nacionalmente pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, que atua também como confederação desta modalidade. Mais informações em www.cpb.org.br.

 

O Atletismo Brasileiro nos Jogos Paralímpicos

 

O Brasil nunca conquistou uma medalha nesta modalidade.

Regras Oficiais (em inglês) - clique aqui

Descrição da Modalidade

Gasto Calórico

Impacto

Contato entre Competidores